Passados quase dez anos, o Governo Federal apresentou um acordo de indenização e investimentos para reparar os danos da tragédia, mas diversas prefeituras ainda não aderiram. Pior: algumas escolheram o caminho equivocado de mover ações judiciais no exterior — algo que o Supremo Tribunal Federal, em decisão recente do ministro Flávio Dino, reafirmou ser juridicamente inviável, pois Municípios não são sujeitos de direito internacional.