Ao longo dos séculos, este espaço foi sendo enriquecido pelo contributo de vários monarcas, destacando-se a profunda e imponente reconstrução promovida por Filipe I de Portugal (II de Espanha), no século XVI, que transformou o Mosteiro num dos mais importantes exemplos do maneirismo em território nacional. Posteriormente, durante os reinados de D. Pedro II e D. João V, o conjunto foi valorizado com uma extraordinária riqueza decorativa, refletindo o esplendor artístico da época.